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Lição de Casa


repartindo conhecimento


Na qualidade de professora guardei um cantinho para lição de casa.
Aqui você abre nossa lousa virtual onde estão registradas,
as lições,
as pesquisas,
a colaboração dos nossos alunos da turma "H - 2009"

 

 

A história de minha vida Energia
Eletricidade Magnetismo
Teses que tangenciam a mediunidade Neurociência
Psicologia Fís.Clássica/ Quântica
Exercícios de limpeza ....

A história de minha vida

em 08/08/09

solicitação da Profª Lousanne




 

Esta é história de uma pessoa que começou como ...

 

Que lutou para superar ...

 

 

Que se transformou de  ...
para ...

e que gostaria de ...

 

 

Neste momento, me encontro nesta viagem em ...

 

 

Eu gostaria de estar aqui, porque...

 

 

A próxima coisa que devo fazer na vida é ...

 

 

Olhando para trás, as influências mais importantes exercidas sobre

mim hoje foram ...

 


Quando eu olhava para o futuro anos atrás, desconfiava de que

eu hoje seria ...

 

 

O que me impediu de ver claramente  o futuro foram ...



Algumas daquelas carências ainda estão presentes hoje,

por exemplo: ...




Vou citar cinco coisas que modificariam minha vida atual para melhor

neste momento:

...

...

...

...

...

 


Quanto ao controle de minha vida atual, eu creio que ...



No momento, os maiores problemas de minha vida são: ...

 


Minha “luta” hoje, em relação a que travei anos atrás é ...

 


Ao observar o todo de minha vida vejo que eu ...


 

As grandes mudanças em minha vida aconteceram nas seguintes

situações: ...

 

 

Tenho como crença que a vida é ...

 

 

                                      Data  ........../  ........../  ..........

                                      Assinatura_______________________________

 

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Energia

em agosto/09

Em geral, o conceito e uso da palavra energia se refere "ao potencial inato para executar trabalho ou realizar uma ação". A palavra é usada em vários contextos diferentes.

 

Etimologia:

do grego enérgeia,as  "força em ação",

No dicionário vamos encontrar:

  • força

  • atividade,

  • vigor,

  • firmeza,

  • vivacidade,

  • força dinâmica em fluxo constante

 

 

Caminhada:

 

Desde o início da humanidade se conhece aquilo que hoje chamamos de energia, que foi recebendo ao longo do tempo diferentes nomes:
Os Hindus, mais de três mil anos antes de Cristo, já conheciam como "prana". Vista como o constituinte básico e a origem de toda a vida. Prana, o alento da vida, move-se através de todas as formas e lhes dá vida.

Os iogues praticam-lhe a manipulação por meio de técnicas de respiração da meditação e de exercícios físicos destinados a manter estados alterados de consciência e a juventude muito além do espaço normal de vida.


Os Chineses, no terceiro milênio a.C, postulavam a existência de uma energia vital a que davam o nome de Ch'i. Toda a matéria, animada ou inanimada, se compõe dessa energia universal e dela se impregna. O Ch'i contém duas forças polares, o yin e o yang. Quando o yin e o yang estão equilibrados, o sistema vivo apresenta saúde física; quando, porém, estão desequilibrados, daí resulta um estado mórbido. Um excesso de força yang redunda em atividade orgânica demasiada. Quando o yin predomina, é causa de funcionamento insuficiente. Qualquer um desses desequilíbrios acarreta uma moléstia física. A antiga arte da acupuntura se concentra no equilíbrio dessas duas forças, o yin e o yang.


A Cabala, teosofia mística judaica que teve início por volta de 538 aC, refere-se às mesmas energias .como a luz astral. As pinturas religiosas cristãs retratam Jesus e outras figuras espirituais cercadas de campos de luz.


Em todo o discurso da história, a idéia de uma energia universal que impregna toda a natureza foi defendida por muitas mentes científicas ocidentais. Essa energia vital, percebida como um corpo luminoso, foi registrada, pela primeira vez na literatura ocidental, pelos pitagóricos, por volta de 500 a.C.. Sustentavam eles que a sua luz produzia uma série de efeitos no organismo humano, incluindo a cura de doenças.
 

Na Idade Média, O Dr. Paracelso chamou a essa energia "Illiaster" e disse que "Illiaster"se compõe ao mesmo tempo de força vital e de matéria vital.

 

No século XIX, o matemático Helmont visualizou um fluido universal que impregna toda a natureza e que não é uma matéria corpórea e condensável, mas um espírito vital puro, que penetra todos os corpos\ Segundo Leibnitz, o matemático os elementos essenciais do universo são centros de força que contém o seu próprio manancial de movimento.

Outras propriedades dos fenômenos da energia universal foram observadas no século XIX, por Helmont e Mesmer, o fundador do mesmerismo, que depois se transformou em hipnotismo. Afirmaram eles que os objetos animados e inanimados podiam ser carregados com esse "fluido" e que os corpos materiais podiam exercer influência uns sobre os outros à distância, o que subentendia a existência de um campo de certo modo idêntico ao campo eletromagnético.

O Conde Wilhelm Von Reichenbach passou 30 anos, em meados do século XIX, fazendo experiências com o "campo" a que dava o nome de força "ódica". Ele descobriu que essa força exibia muitas propriedades semelhantes às do campo eletromagnético que James Clerk Maxwell descrevera a anteriormente.
 

Em 1911, o Dr. William Kilner, médico, relatou seus estudos do Campo da Energia Humana tal como fosse visto através de telas e filtros coloridos. Escreveu ter visto uma névoa brilhante ao redor de todo o corpo em três zonas:

      (a) uma camada escura de cerca de 6 mm mais próxima da pele, cercada por

      (b) uma Gamada mais vaporosa de cerca de 25 mm de largura que fluía perpendicularmente ao corpo, e

      (c) um pouco mais para fora, a delicada luminosidade externa, de cerca de 152 mm de espessura.

Averiguou Kilner que a aparência da "aura" (como lhe chamou) difere consideravelmente de sujeito para sujeito, dependendo da idade, do sexo, da capacidade mental e da saúde. Certas moléstias apareciam como manchas ou irregularidades da aura, o que o levou a desenvolver um sistema de diagnósticos na base da cor, da textura,' do volume e da aparência geral do invólucro.

O Dr. Wilhem Reich, nos primórdios do século XX, passou a interessar-se por uma energia universal a que deu o nome de orgone. Ele estudou a relação entre os distúrbios do fluxo de orgone no corpo humano e as doenças psicológicas.
 
O Dr. Lawrence Bendit e Phoebe Bendit fizeram extensas observações do Campo da Energia Humana na década de 1930, e relacionaram esses campos com a saúde, a cura e o desenvolvimento da alma. O trabalho deles acentua a importância do conhecimento e da compreensão das poderosas forças etéricas formativas, que constituem os alicerces da saúde e da cura do corpo.

Mais recentemente, a Drª Schafica Karagulla,psiquiatra formada em 1940, correlacionou observações visuais de sensitivos com a desordem física.

O Dr John Pierrakos criou um sistema de diagnósticos e tratamento de distúrbios psicológicos baseados em observações visuais do campo da energia humana.

Alexander Lowen vai relatar seus estudos sobre bienergética

Gasparetto apregoa a transernética.

 

 

A Física:

define a energia como “capacidade de realizar trabalho”.

Podemos conceituá-la quanto sua lei de conservação que:

“energia não se cria nem se destrói, ela é apenas transformada”.

 Quanto à transformação de energia, Isaac Newton, no fim do século XVII lançou as bases de um  conceito da física, propondo a noção de força como um agente capaz de alterar o equilíbrio dinâmico ou estático dos corpos. Contudo os seus sucessores substituíram as forças pelas energias a elas associadas  como as causas fundamentais dos fenômenos físicos.

 No século XX surgiu uma nova teoria.  A relatividade física, defendida por Einstein, considera a energia e a massa como diferentes manifestações de uma única propriedade, alterando dessa forma o principio de conservação. 

A palavra energia está presente no nosso dia-a-dia.

A vida animal e vegetal do nosso Planeta Terra só é possível graças ao processo de transformação de energia.

 

Formas de Energia:

 

De acordo com sua fonte, a energia recebe uma denominação:

  • energia cinética ( é aquela que um corpo em movimento possui devido  à sua velocidade)
  • elétrica  ( A Natureza tem uma propriedade elétrica intrínseca)
  • química (que está armazenada num átomo ou numa molécula.)
  • térmica (vibração produzindo calor)
  • radiante (radiações eletromagnéticas/ luz)
  • sonora (ondas sonoras)
  • nuclear (ruptura do átomo)
  • solar (hidrogênio em estado de plasma)
  • energia gravitacional
  • energia eletromagnética
  • energia psíquica ( pesquisar em Psicologia Analítica)

 

 

Essas diferentes modalidades de energia são intercambiáveis, isto é, podem ser transformadas de um tipo em outro, tanto por meio de processos naturais, como artificiais.

O estudo da Física nos diz que, cada um dos elementos constituintes da matéria vibra de modo único e diferenciado, pois embora emanados da mesma fonte, coados do mesmo caldo, ínfimas variações em sua composição lhes produzem características e propriedades altamente diferenciadas. A Física atual construiu uma vasta gama de aparelhos capazes de captar tais propriedades; citamos os experimentos com os grandes aceleradores de partículas, os espectógrafos de massa, os detectores de calor, os medidores de freqüência e de comprimento de ondas.

Exemplificando, lembramos que o azul não se distingue do vermelho só por seu efeito visual, mas cada uma das cores não só absorve a luz e o calor de forma diferenciada, bem como vibram com freqüência e comprimento de ondas diferentes.

Tudo no universo, todos os objetos, os lugares, as pessoas, cada um dos muitos artigos, mesmo saídos de uma linha de produção contínua, emitem uma vibração diferenciada, tal como se fosse uma “carteira de identidade”, com “fotografia”, “impressão digital”.

A energia que nos circunda, que emana de tudo ao nosso redor pode não ser vista, mas não desconsiderada.

 

Energia = força (que atua produzindo um efeito)

Energia = pré realidade

Energia = substrato do Universo

Energia = matéria

 

Em nossas futuras experimentações buscaremos observar:

fontes básicas de energia vital ......

se é acumulável......

se é transmissível......

se pode ser dinamizada......

 

 

Admitindo que tudo no planeta ou no universo é formado por átomos e que estes possuem uma carga de energia, podemos também admitir que somos seres energéticos  e que vivemos numa grande malha planetária formada por energia.

Pense na extensa gama de Forças que produzem efeitos...

 

Energia na mente => pensamentos

Energia astral => sentimentos, emoções

Energia no corpo => ATP (trifosfato de adenosina)

 

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Eletricidade

em agosto/ 09




Eletricidade: uma forma de energia natural ligada aos elétrons

 

Os fenômenos elétricos que ocorrem  em nosso Universo são incontáveis.

Eletricidade é um fenômeno físico originado por cargas elétricas estáticas ou em movimento e por sua interação. Quando uma carga se encontra em repouso, produz forças sobre outras situadas a sua volta. Se a carga se desloca, produz também campos magnéticos.

O conceito de eletricidade está intimamente relacionado ao comportamento das diversas partículas atômicas que formam os elementos químicos.

 

Os átomos são feitos de partículas subatômicas :

os nêutrons, que são partículas eletricamente neutras;

os elétrons eletricamente negativos;

os prótons, de carga elétrica positiva.

 

Pra ficar bem “facinho” vamos pensar que:

a eletricidade é a dança dos elétrons

toda a matéria, inclusive nós, somos formados de átomos/ elétrons

portanto somos portadores de eletricidade

vamos precisar dessas noções nas próximas aulas quando estudarmos... Corrente elétrica e corrente mental – cap. V – de ”Mecanismos da Mediunidade” de A. Luiz

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Magnetismo

em agosto/ 09




Magnetismo é o segmento da Física que estuda os materiais magnéticos, capazes de atrair ou repelir outros.

A primeira referência conhecida sobre uma substância capaz de atrair outras é a de Tales de Mileto.  Segundo ele os habitantes de Magnésia, uma região da Grécia, conheciam um material com tal propriedade.

Até o século XIII, quando a bússola passou a ser usada, esse fenômeno não  apresentara um grande interesse.

Somente  no século XIX, quando Oersted  estudou o Eletromagnetismo e Maxwell formulou leis que descreviam esses fenômenos, iniciou-se um estudo mais completo.

Atualmente: não faz sentido estudar isoladamente o magnetismo e o eletromagnetismo. Os Materiais magnéticos são amplamente utilizados em equipamentos elétricos e o próprio magnetismo é explicado em termos do movimento dos elétrons.

O Magnetismo está diretamente ligado ao.movimento dos elétrons nos átomos, visto que uma carga em movimento gera um campo magnético. A maneira e o número em que os elétrons estão organizados nos átomos constituintes dos diversos materiais, explica o comportamento das substâncias quando sobre influência de um campo magnético de uma segunda substância.

Para identificarmos se um material é magnético ou não, basta colocá-lo sobre a influência de um campo magnético (campo criado pelo movimento de cargas elétricas). Se aparecerem forças, trata-se de uma substância magnética. Isso é verdadeiro para todas as substâncias, mas em algumas o efeito é bem mais evidenciado e essas são chamadas de magnéticas.
 

  • diamagnéticos são repelidos pelo imãs (vidro)

  • paramagnéticos  são sujeitas a atração do campo magnético.

 

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Teses que tangenciam a mediunidade

em setembro/ 09




 

 

"Uso de práticas espirituais em instituição para portadores de deficiência mental"


Tese de Doutorado

Dissertação apresentada ao Departamento de Psiquiatria da - FMUSP

para a obtenção do título de Mestre em Ciências,

em 2004.

defendida por

Frederico Camelo Leão - Médico-psiquiatra

Mestre em Psiquiatria pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq-FMUSP),

Membro do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Nervosos (NEPER).



Pequena Síntese

Objetivo: Avaliar o impacto de práticas espirituais na evolução clínica e comportamental de pacientes portadores de deficiência mental internados em instituição de saúde.
Método: Ensaio controlado comparando grupo experimental submetido à prática espiritual com grupo controle. O instrumento utilizado para obtenção dos dados foi a Escala de Observação Interativa de Pacientes Psiquiátricos Internados

Conclusões: A análise dos resultados obtidos no experimento confirmou a hipótese de que o uso das práticas espirituais apresenta resultados positivos na
evolução clínica e comportamental de pacientes portadores de deficiência mental.


A instituição estudada, o Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz (Cencal), que oferece atendimento técnico multidisciplinar a 650 pacientes portadores de
deficiências mental e múltiplas, que passam sua vida inteira no hospital. Nessa instituição, os pacientes recebem, em paralelo, atendimento espiritual, uma vez que o Cencal segue a filosofia espírita. As práticas espirituais não entram em conflito com os procedimentos da medicina convencional e envolvem aplicação de preces e realização de reuniões mediúnicas. Esta pesquisa focou-se nas atividades de assistência espiritual realizadas nas reuniões mediúnicas.


Um dos autores desta tese trabalha na instituição desde 1997 e observou empiricamente variações positivas na evolução clínica e comportamental de pacientes que participaram das práticas espirituais (reuniões mediúnicas), mesmo quando eles não estavam presentes fisicamente.


O objetivo geral desta pesquisa é estudar os resultados terapêuticos da aplicação de práticas espirituais em pacientes portadores de deficiência mental. Buscou-se também avaliar o impacto de uma reunião mediúnica na evolução clínica e comportamental dos pacientes portadores de deficiência mental. Todos os 650 pacientes foram acompanhados por seis meses.


O procedimento das reuniões mediúnicas obedeceu a parâmetros da doutrina espírita.


Esta pesquisa foi pioneira ao investigar os possíveis efeitos clínicos e comportamentais oriundos de práticas religiosas espíritas em portadores de deficiência mental. Com certeza, muitas outras pesquisas precisam ser desenvolvidas para que o fenômeno das relações entre essas práticas religiosas e benefícios clínicos e comportamentais seja compreendido em sua complexidade..."


Site: http://www.andreluiz.org.br/pdf/fredericocameloleao.pdf

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ZILA VAN DER MEER SANCHEZ

 

As práticas religiosas atuando na recuperação de dependentes de drogas: a experiência de grupos católicos, evangélicos e espíritas

 

Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo

Escola Paulista de Medicina

para obtenção do título

de Doutor em Ciências

São Paulo

2006

 

 

"Nada de esplêndido jamais foi realizado, exceto por aqueles que ousaram acreditar que algo dentro deles era superior às circunstâncias."

Bruce Barton (escritor americano – 1886-1967)

 

Objetivo: Compreender e elucidar procedimentos dos diversos tratamentos para dependência de drogas realizados por grupos religiosos, que não seguem os padrões médicos convencionais.

 

Métodos: Utilizou-se de método qualitativo, empregando-se técnicas de entrevistas semi-estruturadas e observação participante, considerando a visão do fenômeno que têm os indivíduos que se submeteram a essas práticas religiosas. Registrou-se a percepção dos entrevistados sobre o tratamento religioso, uma vez que eram fonte rica de informação de um fenômeno por eles vivido intensamente.

 Resultados: Foram visitadas 21 instituições religiosas dos segmentos

  • católico,

  • protestante e

  • espírita,

nas quais foram contatados informantes-chave que permitiram a entrada e acesso à cultura e a 85 ex-usuários de drogas, submetidos a práticas religiosas no tratamento da dependência de drogas, que foram entrevistadosem profundidade. Observou-se que a crise é o maior motivo de busca de tratamento, nos três grupos, sendo representada pela perda de família, emprego e sujeição a fortes humilhações.

Os evangélicos foram os que mais utilizaram o recurso religioso como forma exclusiva de tratamento, apresentando forte repulsa ao papel do médico e qualquer tipo de tratamento farmacológico. Também foram os que descreveram maior intensidade da crise vivida, relacionada especialmente a drogas ilícitas.

Os espíritas foram os que buscaram mais apoio terapêutico à dependência de drogas lícitas, simultaneamente a um tratamento convencional, justificado inclusive por serem o grupo de maior poder aquisitivo.

Os católicos afirmaram terem buscado apoio no que já lhes era conhecido, já que todos foram educados nesta religião.

O que há de comum em todos os tratamentos é a importância dada à oração, conversa com Deus, como método de controle da fissura da droga, atuando como forte ansiolítico. Para evangélicos e católicos, a confissão e o perdão, através da conversão (fé) ou das penitências, respectivamente, exercem forte apelo à reestruturação da vida e aumento da auto-estima. Apesar de todos os entrevistados terem se vinculado a um tratamento religioso para dependência de drogas, a fé não foi o móvel inicial desta busca. Na realidade ela foi desenvolvida numa etapa posterior do tratamento, sendo uma decorrência dos sucessos observados em terceiros ou em sua própria recuperação paulatina. O que os manteve na instituição religiosa foi a admiração pelo acolhimento recebido, a pressão positiva do grupo e a oferta de reestruturação da vida com apoio incondicional dos líderes religiosos. Além disso, a religião lhes oferece condições de refazer seus vínculos de amizade, através de diversas atividades ocupacionais voluntárias e, assim, facilitando o afastamento da droga e dos companheiros vinculados a ela.

 

Conclusões: O tratamento religioso para dependência de drogas ganha espaço na saúde pública brasileira e compartilha responsabilidade com o serviço de saúde convencional. Tais intervenções são consideradas eficazes pelos indivíduos submetidos a elas e despertam a atenção destes pela forma humana e respeitosa pela qual são tratados. A maior potencialidade destes tratamentos está no suporte social do grupo que os recebe, no tratamento de igual para igual e no acolhimento imediato e sem julgamentos, mostrando que o sucesso destas ações não

se esgota num possível aspecto “sobrenatural”, como poder-se-ia supor, mas sim, em especial, na dedicação incondicional do ser - humano por seu semelhante.

 

http://www.hoje.org.br/site/arq/artigos/tese_zila_PhD.pdf

 

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"Danças circulares sagradas: imagem corporal, qualidade de vida e religiosidade segundo uma abordagem junguiana"


Tese de Doutorado


apresentada  ao Departamento de CIÊNCIAS MÉDICAS / UNICAMP

para a obtenção do título de Doutor em Ciências Médicas

defendida por Lucia Helena Hebling Almeida, psicologa junguiana

em 2005.

 

 

Resumo:

A investigação desta tese de doutorado versa sobre a prática das Danças Circulares Sagradas na experiência de religiosidade e na qualidade de vida. Foram também investigadas modificações na imagem corporal das pessoas que participaram desta pesquisa, bem como a constelação (aparecimento) de imagens arquetípicas.

Acreditamos previamente que a possibilidade de uma re-significação na imagem corporal, na qualidade de vida e na religiosidade, pudesse contribuir para um melhor ajustamento psíquico e para a melhora no estado geral da pessoa. Participaram da pesquisa dez voluntárias do sexo feminino, com idade variando entre 25 e 54 anos, com curso superior completo e especialização em Arte- terapia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - SP.

A pesquisa envolveu aspectos teóricos e práticos: a montagem de um grupo de pessoas dispostas a participar de vivências, aulas de danças circulares sagradas por um determinado período, bem como a disposição das mesmas para que observassem, registrassem e relatassem suas experiências em torno disso. As observações acerca destas vivências levou os sujeitos a atribuírem significados passíveis de interpretação e compatíveis com uma proposta de pesquisa qualitativa dentro de uma abordagem fenomenológica.

Ao final desta pesquisa constataram-se modificações na imagem corporal, alterações na religiosidade, melhora na qualidade de vida e a constelação do Arquétipo da Criança, do Arquétipo da Grande Mãe e do Arquétipo do Feminino.
 

http://libdigi.unicamp.br/document/list.php?tid=7

 

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Eu e o outro no centro: uma reflexão acerca dos processos de identificação no espiritismo

Dissertação apresentada

ao Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu

em Ciências Sociais da

Universidade Federal da Bahia para a obtenção do Grau de Mestre.

GLEIDE SACRAMENTO DA SILVA

Salvador 2006

 

       RESUMO

 

Constituindo-se no bojo temático Modernidade, Religião e Identidade o propósito que norteou todo o trabalho dissertativo refere-se à compreensão dos processos e elementos que entram em jogo para a construção de identificações no espiritismo e prováveis reorientações existenciais. Com a finalidade de contemplar tal objetivo foi realizado trabalho de campo durante dois anos e meio em um centro espírita de grande porte na cidade de Salvador, entrevistas e aplicação de quinze questionários gravados com os participantes da instituição. Os resultados da pesquisa estão refletidos na estruturação dissertativa em quatro capítulos. Em dois deles procuro problematizar religião, modernidade e possíveis relações entre ambos; a emergência da Razão e do Sujeito Reflexivo; e a conformação cosmológica e histórica do espiritismo dialogando com outras instâncias sociais modernas. No capítulo intermediário foi abordado a estrutura

organizativa e funcionamento do centro espírita levando em consideração seus rituais e práticas; e por último, analisados os processos de identificação contribuídores de redefinições de contextos e sujeitos em dimensões que abrangem reflexividade, corporalidade e performance.    

http://www.ppgs.ufba.br/site/db/trabalhos/GleideSacramento.pdf

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O CASO HUMBERTO DE CAMPOS:

Autoria  literária e mediunidade

 

 

Tese apresentada ao Instituto de Estudos da Linguagem,

da Universidade Estadual de Campinas,

por Alexandre Caroli Rocha

para a obtenção do título de doutor em Teoria e História Literária

Área de concentração: Literatura e outras produções culturais.

UNICAMP

2008

 

RESUMO

Entre 1937 e 1969, publicaram-se 12 livros que o médium Francisco Cândido Xavier atribuiu ao escritor Humberto de Campos e a Irmão X. O objetivo desta tese é estudar o funcionamento autoral desses textos. Ela foi dividida em cinco capítulos: uma apresentação de Humberto de Campos; um breve histórico da mencionada atribuição de autoria; uma análise da construção de um autor espiritual; uma leitura de cinco textos do conjunto mediúnico; e uma interpretação das noções autorais despertadas por tais livros.

 

http://www.hoje.org.br/site/arq/artigos/HumbertodeCampos_tese-AlexandreCaroliRocha.pdf

 

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"UMA FÁBRICA DE LOUCOS": PSIQUIATRIA X ESPIRITISMO NO BRASIL (1900-1950)

 

 

Tese de Doutorado apresentada ao

Departamento de História do

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

da Universidade Estadual de Campinas

por Angélica Aparecida Silva de Almeida

 

2007

 

 

RESUMO

A história do Espiritismo e da Psiquiatria apresenta vários pontos de contato, mas este tem sido um tema pouco explorado pelos historiadores. No Brasil, particularmente, houve um acirrado, mas pouco investigado, confronto entre psiquiatras e espíritas na primeira metade do século XX em torno da "loucura espírita".

 

O objetivo deste estudo foi investigar o processo de construção da representação da mediunidade enquanto loucura, aqui definida como "loucura espírita", ou seja, como as experiências mediúnicas espíritas passaram a ser interpretadas pelos psiquiatras como causa e/ou manifestação de doenças mentais. Este estudo se concentrou no local e período onde este conflito foi mais intenso, ou seja, no sudeste brasileiro, entre 1900 e 1950.

 

No Brasil da primeira metade do século XX, tanto a Psiquiatria como o Espiritismo estavam em busca de legitimação, de seu espaço cultural, científico e institucional dentro da sociedade brasileira. Estes dois fatores sociais estavam ligados às classes urbanas intelectualizadas e defendiam diferentes visões e abordagens terapêuticas relacionadas à questão da mente e da loucura. Ambos disputavam um mesmo espaço no campo científico, cultural, social e institucional, buscando a afirmação da própria legitimidade. Este conflito se manifestou através de constantes embates entre psiquiatras e espíritas. Os médicos publicaram teses, artigos e livros no âmbito acadêmico sobre a "loucura espírita" e a necessidade de combatê-la através do controle governamental sobre os centros espíritas, proibição da divulgação do Espiritismo, combate ao charlatanismo supostamente praticado por médiuns, tratamento e internação dos médiuns, considerados graves doentes mentais. Os espíritas também publicaram livros, escreveram artigos em periódicos espíritas, produziram uma tese em medicina (que foi reprovada) e fundaram hospitais psiquiátricos espíritas. Os espíritas, além de negarem ser a mediunidade uma forma ou causa de loucura, defendiam o Espiritismo e criticavam a Psiquiatria por sua limitada eficácia e por não considerar as possíveis causas espirituais no tratamento da loucura. Este embate atingiu também a imprensa leiga, gerando um grande número de matérias sobre o tema em jornais de ampla circulação.

 

A resolução deste conflito se relaciona com o alcance de inserção e de legitimação social pelos dois grupos, mas em campos diferentes. A Psiquiatria conquistou o seu espaço majoritariamente no meio médico-acadêmico, enquanto o Espiritismo se legitimou basicamente dentro do campo religioso. Entretanto, as representações sobre a doença mental junto à sociedade brasileira apresentam influências dos dois grupos. Grande parte da população busca tratamentos espirituais complementares aos psiquiátricos. As representações psiquiátricas e espíritas sobre os transtornos mentais são muitas vezes vistas mais como complementares do que como antagônicas.

 

Esta disputa simbólica entre representações sobre a mente, a loucura e a mediunidade colaborou na constituição da Psiquiatria e do Espiritismo como os entendemos hoje no Brasil. Propiciou uma maior visibilidade social e poder institucional à Psiquiatria para o tratamento das doenças mentais, além de colaborar na construção do movimento espírita brasileiro com sua ênfase nos aspectos religiosos de caridade e conforto espiritual.

 

http://www.hoje.org.br/site/arq/artigos/20070126-UmaFabricaDeLoucos-Psiquiatria-x-EspiritismoNoBrasil.pdf

 

 

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O Movimento Espírita Pelotense e suas raízes

sócio-históricas e culturais

Pelotas, maio 2008

 

MARCELO FREITAS GIL

Dissertação de Mestrado apresentada ao

Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

do Instituto de Sociologia e Política da

Universidade Federal de Pelotas como requisito

parcial à obtenção do título de Mestre em

Ciências Sociais.

 

RESUMO

Segundo os dados do censo de 2000, realizado pelo Instituto Brasileiro deGeografia e Estatística, Pelotas é a segunda cidade do Rio Grande do Sul com o maior número de pessoas que se declara espírita. Enquanto a média de espíritas do

Estado é de 1,8% da população, nessa cidade esse número sobe para 5,86% dos entrevistados.

 

Este trabalho procura compreender o que fez de Pelotas uma cidade com tão expressivo número de pessoas que se identificam como espíritas. Não se trata de uma pesquisa quantitativa com vistas a comprovar se Pelotas de fato tem um

número maior de espíritas do que outras cidades do RS, mas sim de uma investigação qualitativa através da qual se buscou entender o processo de formação do Movimento Espírita Pelotense e de uma identidade espírita na cidade de Pelotas. Nesse sentido, foi feita uma reconstituição histórica desde o surgimento da doutrina espírita na França, sua inserção na sociedade brasileira e sua penetração em Pelotas durante o último quartel do século XIX, buscando-se compreender como se constituiu um movimento espírita na cidade e como se formou a identidade social

das pessoas que se identificam como espíritas.

 

Além de uma pesquisa com base em documentos e entrevistas através da qual se procurou entender o processo histórico de estruturação e desenvolvimento do Movimento Espírita Pelotense, foi realizado também um trabalho de campo no

qual se buscou determinar os elementos constitutivos de uma identidade espírita nessa cidade e de um ethos e ela associado, na perspectiva de se explicar o que determinou essa associação de uma parcela tão significativa da população pelotense com o espiritismo.

 

http://www.ufpel.edu.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=525

 

*****

 

Religiosidade, Crenças e Atitudes em Idosos Deprimidos

em um Serviço de Saúde Mental de São Paulo, Brasil

 

Dissertação de Mestrado em Gerontologia

por Claudia Drucker

Universidade  Estadual de Campinas

Faculdade de Educação

2005

 

RESUMO

Introdução: O tema central deste estudo é a descrição de crenças, valores e representações

a respeito da depressão em pacientes idosos deprimidos brasileiros. Tem por objetivo

investigar os aspectos culturais, sobretudo a religiosidade na formação das características

cognitivas desses pacientes, segundo o modelo cognitivo comportamental.

 

http://www.amebrasil.org.br/html/ClaudiaDrucker-TESECOMPLETA.pdf

 

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Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos

Dissertação apresentada à Faculdade de Medicina da

Universidade de São Paulo para obtenção do título de

Mestre em Ciências

por Ricardo Monezi Julião de Oliveira

 

2003

 

http://www.amebrasil.org.br/html/Disserta__o_de_Mestrado___Oliveira_RMJ.pdf

 

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Programa de treinamento sobre a intervenção terapêutica, relaxamento, imagens mentais e espiritualidade (RIME) para re-significar a dor espiritual de pacientes terminais

 

(Ana Catarina de Araújo Elias)
Tese de Doutorado apresentada à Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), para obtenção do título de Doutor em Ciências Médicas, área de concentração em Ciências Biomédicas.

 

2005

Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas,

mas quando tocares uma alma humana, seja apenas

outra alma humana”.

Carl Gustav Jung

 

Resumo

Em Dissertação de Mestrado, desenvolvemos o estudo da Intervenção Terapêutica Relaxamento, Imagens Mentais e Espiritualidade (RIME) para re-significar a Dor Espiritual de pacientes terminais. A continuidade da pesquisa no Doutorado consistiu na operacionalização de um Curso de Capacitação sobre o uso da RIME por profissionais da saúde (Fase 1), na análise da vivência destes profissionais na sua aplicação e na avaliação do uso desta Intervenção junto aos doentes (Fase 2). Os sujeitos foram uma enfermeira, uma médica, três psicólogos e uma terapeuta alternativa voluntária, todos eles experientes ou estudiosos em Cuidados Paliativos, selecionados por convite e que atenderam onze pacientes terminais internados em hospitais públicos das cidades de Campinas, Piracicaba e São Paulo. Este estudo teve como base teórica metodológica a Pesquisa-Ação e a Fenomenologia. Os resultados qualitativos foram colhidos através da Entrevista Semi-Estruturada, do Questionário Estruturado e do Diário, e foram analisados pelo método Análise do Conteúdo através da técnica Análise Temática. Os resultados quantitativos foram analisados pelo método Descritivo através dos dados colhidos pelo instrumento Escala Visual Analógica de Bem-Estar – EVA modelo expressões faciais coloridas, utilizando-se o Teste de Wilcoxon. Na análise da vivência dos profissionais foram encontradas cinco categorias e quinze subcategorias. Na análise da natureza da Dor Espiritual foram encontradas seis categorias e onze subcategorias. Na aplicação da RIME observamos diferença estatisticamente significativa (p<0,0001) isto é, no final das sessões os doentes relataram maior nível de Bem-Estar do que no início da sessão, o que indica que a RIME favoreceu a re-significação da Dor Espiritual dos pacientes terminais. O Programa de Treinamento proposto mostrou-se eficaz para preparar profissionais de saúde para o uso da Intervenção RIME, capacitando-os para o processo de cuidar e para prestar assistência espiritual dentro de uma perspectiva acadêmica.

 

http://www.amebrasil.org.br/html/anacatarina_dout.pdf

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Neurociência

em setembro/ 09




A busca pela compreensão do sistema nervoso é chamada de neurociência.

A neurociência é uma ciência relativamente nova, voltada para o desenvolvimento, a química, a estrutura, a função e a patologia do sistema nervoso.

A pesquisa científica rigorosa sobre o funcionamento neural tem história relativamente curta, começando no fim do século XIX. Nessa época, os clínicos Fritsch e Hitzig relataram que a estimulação elétrica de áreas específicas do córtex cerebral de um animal provocava movimentos e os clínicos Broca e Wernicke, separadamente, confirmaram, por autópsias, lesões cerebrais localizadas, em pacientes com distúrbios da linguagem após acidentes vasculares cerebrais. Quase ao mesmo tempo, Hughlings Jackson propôs que múltiplas áreas cerebrais seriam essenciais para a execução de funções complexas, como a percepção, a ação e a linguagem.

Os  maiores avanços para a compreensão do sistema nervoso, só ocorreram a partir da década de 1950 quando o microscópio eletrônico e o microeletrodo foram desenvolvidos. O microscópio eletrônico permite a visualização das organelas celulares, e o microeletrodo pode registrar a atividade de células neurais isoladas.

A partir da década de 1970, foram desenvolvidas novas técnicas de imageamento que criam imagens nítidas da medula espinhal e do encéfalo vivos, não obscurecidas pelo crânio e vértebras circundantes. Essas técnicas de imageamento fornecem informação fisiológica e patológica nunca disponíveis antes.

 A tomografia computadorizada axial (CA T - computerized axial tomography),

a tomografia por emissão de pósitrons (PET ­- positron emission tomography) e

o imageamento por ressonância magnética (MRI - magnetic.resonance imaging) usam a análise computadorizada para criar uma imagem do sistema nervoso.

Todas essas técnicas utilizadas para examinar o funcionamento neural são usadas na atualidade com muitos refinamentos. Os enfoques atuais para a compreensão do sistema nervoso incluem múltiplos níveis de análise:

·        Molecular

·        Celular

·        dos Sistemas

·        Comportamental

·        Cognitiva

 

Neurociência Molecular

A neurociência molecular investiga a química e a física envolvidas no funcionamento neural.

 

Neurociência Celular

A neurociência celular considera as distinções entre os diferentes tipos celulares no sistema nervoso e como cada tipo celular funciona.

 

Neurociência dos Sistemas

 A neurociência dos sistemas investiga grupos de neurônios que desempenham uma função comum. A análise no nível dos sistemas estuda o padrão das conexões, ou circuitos, do sistema nervoso.

 

Neurociência Comportamental

A neurociência comportamental analisa a relação entre os sistemas que influenciam o comportamento.

 

Neurociência Cognitiva

A neurociência cognitiva cobre os campos do pensamento, aprendizado e memória.

 

A ajuda da Neurociência para que possamos melhor compreender nossa área de estudo é de enorme valia.

 


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Psicologia

em setembro/ 09




O Dicionário Técnico de Psicologia diz:


PSICOLOGIA - A ciência do comportamento humano e animal. O estudo do organismo em toda a sua variedade e complexidade, na medida em que responde ao fluxo e refluxo dos eventos físicos e sociais que formam o meio ambiente.

O comportamento é por vezes manifesto como as manobras de um astronauta no comando de um veículo espacial ou encoberto, como exemplificado pelas secreções glandulares, tensões musculares ou contrações do estômago. Certos comportamentos podem ser descritos como lógicos, ordenados e construtivos, como o de um cientista empenhado num programa de pesquisa, enquanto que outros comportamentos - o do psicótico, do delinqüente juvenil, do indivíduo ansioso - parecem irracionais, estranhos, insólitos ou ocasionalmente bizarros.

Todos os tipos de comportamento, manifesto ou encoberto, simples ou complexo, racional ou irracional são estudados pelos psicólogos.

Ao estudar o comportamento humano em suas numerosas manifestações, a Psicologia espera, em última instância, compreender a natureza do homem: seus desejos, esperanças, medos, aptidões e limitações. A Psicologia tenta descobrir por que as pessoas fazem as coisas que fazem; compreender a capacidade humana de adaptação ao seu meio, a natureza da inteligência do homem, as causas originais de seus conflitos internos, o seu comportamento como animal social. Com efeito, poder-se-ia dizer que a Psicologia, em termos gerais, busca uma resposta para a velha interrogação: O que é o Homem?


Muitas ciências e disciplinas estudam o comportamento humano. Antropólogos, historiadores, sociólogos, cientistas políticos, economistas etc. também procuram conhecer a natureza do homem; e, neste sentido, a psicologia é apenas uma entre muitas ciências do comportamento. Cada uma dessas disciplinas focaliza certos aspectos do comportamento humano: a sociologia, a conduta institucional e grupal; a antropologia, as raças e culturas primitivas, a economia, o comportamento que leva à produção e consumo de bens e serviços.

A Psicologia enfatiza o estudo do indivíduo. Isto não significa que os psicólogos nunca estudem as pessoas em grupos ou não estejam interessados no comportamento político ou econômico. Significa, outrossim, que para a psicologia o indivíduo é a unidade de estudo, quer o indivíduo esteja só ou em grupo. Existe, no entanto, considerável colaboração e intercâmbio entre as ciências do comportamento. Elas não são rivais nem concorrentes mas estão todas empenhadas em desvendar o mistério do homem, cada uma à luz de seus interesses e pontos de vista especiais.

Basicamente, a finalidade da Psicologia é a de qualquer outra ciência: ser capaz de fazer predições exatas sobre os fenômenos que aborda. Como a chave para predizer o comportamento, os fenômenos da psicologia, reside na descoberta das condições antecedentes que deram origem ao comportamento, o psicólogo tenta apurar essas condições mediante o emprego de dois métodos básicos: o método experimental e o método de observação naturalista. Ambos estes procedimentos assentam, em última análise, na observação. No primeiro, o método experimental, o psicólogo manipula ativamente as condições antecedentes e observa as variações paralelas ou concomitantes no comportamento. No segundo, o método de observação naturalista, o psicólogo observa as diferenças de comportamento, tal como existem na natureza e se relacionam com as condições antecedentes.

As observações psicológicas não são as observações casuais, incidentais, da vida cotidiana mas, pelo contrário, são cuidadosamente planejadas para fornecer informações específicas e significativas. Em contraste com o observador casual, o psicólogo está pronto para observar e é um observador treinado. A sua atitude é objetiva e cuida de registrar suas observações, quando estas ocorrem, para não ser vítima de erros da sua própria memória. Finalmente, registra tanto os casos positivos como os negativos, ou fracassos, algo que um observador tendencioso raramente faz.
 

A Enciclopédia de Psicologia  Contemporânea diz:

Do grego Psykhe= alma e logos= discurso. Termo criado por Melanchthon, em 1550, que teve em Rudolph Göckels seu principal divulgador que usava-o para designar o ramo da Filosofia ocupado do estudo da alma. Os primeiros estudos psicológicos foram os de Aristóteles e Platão, mas a história da Psicologia como ciência autônoma começa com Wilhem   Wundt (1832 - 1920) que em 1879instalou um laboratório de Psicologia no campus universitário em Leipzig.

--- E como fica?

--- Fica que a alma, me parece,  foi banida do território oficial da Psicologia. Enquanto o cliente é investigado, dentro do consultório, ela fica sentada na sala de espera...

A propósito Alcli, você se recorda que quando estudamos Platão, ele fazia referências ao processo reencarnatório?


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Física

em outubro/ 09

 

O campo de atuação da Física, área que estuda a compreensão dos fenômenos da natureza, é muito vasto.

A Física Clássica (compreende a Mecânica de Newton e suas aplicações) estuda a propriedades dos corpos e as leis que tendem a modificar o estado e o movimento deles, sem contudo modificar-lhes a natureza.

 A física Teórica procura definir novas teorias que condensem o conhecimento advindo das experiências; também vai procurar formular as perguntas e os experimentos que permitam expandir o conhecimento.

A física Experimental conduz experimentos capazes de avaliar ou não teorias cientificas, ou mesmo corrigir aspectos defeituosos destas teorias.

A física Aplicada trata do uso das teorias físicas na vida cotidiana.

A física Qüântica trata do universo do muito pequeno, dos átomos e das partículas que compõem os átomos.

 Física Relativista trata de situações que envolvem grandes quantidades de matéria e energia.

A união dos estudos da Física a Medicina resultou numa especialidade medica: o médico - físico.

 

A Física Quântica seria necessária para explicar a Consciência?

 

                                                                                   Osvaldo Pessoa Jr.

Esta palestra foi ministrada no encontro Questões Metodológicas em Ciências Cognitivas realizado no Instituto de Estudos Avançados da USP em 1994, a convite de Henrique deI Nero, tendo sido publicada na Coleção Documentos - Série Ciência Cognitiva - 20, pp. 184-9.

 

l. Introdução

 

Seria a consciência um fenômeno quântico? Por mais forçada que tal especulação possa parecer, ela tem sido seriamente considerada por vários pesquisadores nos últimos cinco anos. A

motivação para essa abordagem, grosso modo, é que como a consciência é uma coisa misteriosa, e os fenômenos quânticos também o são, então esses dois mistérios poderiam estar ligados. O presente trabalho, ainda em fase preliminar, é um estudo dos diferentes argumentos utilizados para defender tal ligação, e das diferentes linhas de pesquisa em neurociência que fazem uso de considerações da física quântica. Veremos que a questão de se a consciência é um fenômeno quântico é basicamente uma questão empírica, ainda em aberto, mas que uma formulação precisa desta questão requer esclarecimentos filosóficos relativos às definições de "consciência" e de"fenômeno quântico".      

 

2. A quem interessa tal Tese?

 

Vamos nos colocar dentro do contexto do materialismo, e supor que estados e processos conscientes são idênticos a certos estados e processos fisiológicos.Neste contexto, existe um debate em psicologia que gira em tomo do funcionalismo ("strong AI"), que defende que a mente depende apenas da estrutura dos processos cerebrais, e não de sua realização física.

Assim, em princípio, um computador poderia ter consciência, ou mesmo uma sociedade poderia ter uma consciência própria, desde que os elementos destes sistemas satisfizessem certas propriedades estruturais, ainda não conhecidas pela ciência. A mente seria como um programa de computador.

A tese de que o problema mente-corpo só poderá ser esclarecido quando for levado em conta a natureza quântica do cérebro tem sido usada como um argumento antifuncionalista. Esta posição defende que existe algo nos detalhes dos processos fisiológicos da mente que é essencial para a consciência. Talvez esse "algo" seja um processo quântico!

 

3. O que é a Consciência?

 

Boa pergunta!Não sei bem! Espero aprender nesta conferência! Mas temalgo a ver com eu (ou você) estar aqui agora, tendo acesso a impressões sensoriais que possuem uma qualidade fenomênica (os "qualia", a qualidade branca neste branco, etc.), tendo acesso a memórias que são sempre relativas às experiências minhas, tendo desejos e pensamentos que parecem ter sempre uma intencionalidade, tendo uma noção de unidade de minha consciência, tendo uma noção de tempo e um terrível pavor ao representar adequadamente a minha morte.

 

4. O que é um Fenômeno Quântico?

 

Um ponto filosófico crucial a ser esclarecido se refere ao significado da expressão "fenômeno quântico", em oposição a um fenômeno "clássico". A Física quântica é a teoria científica que descreve os objetos microscópicos, como átomos, e sua interação com a radiação (luz, etc.). Como ela é uma teoria muito bem sucedida, pode-se dizer que qualquer fenômeno microscópico é um fenômeno quântico. Assim, como nosso cérebro é constituído de entidades microscópicas, num sentido trivial nosso cérebro é quântico, assim como nossa consciência (supondo o materialismo).

Mas não é essa a nossa pergunta. Queremos saber se a física quântica é necessária para explicar a consciência, ou seja, se a física clássica é incapaz de explicá-Ia. Mas afinal, o que é a teoria quântica? Em poucas palavras, podemos dizer que o que a física quântica tem de essencial é que ela é uma teoria que atribui propriedades ondulatórias para partículas individuais. Na década de 1920, comprovou-se que toda radiação é absorvida em quantidades discretas de energia ou massa, chamados de "quanta", e que todas as partículas ou quanta podem exibir propriedades ondulatórias, como interferência, difração, etc. Esta constatação é uma versão fraca do princípio da "dualidade onda-partícula".     

A física clássica incluía a mecânica de partículas e a mecânica ondula-tória, mas cada qual tinha um domínio de aplicação exclusivo. Partículas seguiam trajetórias bem definidas e não se dividiam em espelhos semi-refletores. Ondas se espalhavam pelo espaço, se dividiam, interferiam consigo mesmas, eram limitadas pelo princípio de incerteza (por exemplo, um pulso de luz emitido em um intervalo de tempo curto não podia ter uma freqüência bem definida), sofriam tunelamento, e exibiam flutuações em sua intensidade. A física quântica é justamente a teoria que atribui todas essas propriedades ondulatórias a partículas individuais.

Considere agora um determinado tipo de objeto, como um elétron, e o conjunto de suas manifestações (ou seja, os diferentes tipos de experimentos que podem ser feitas com esse elétron). Em geral, a cada um destes experimentos pode-se atribuir ou uma descrição corpuscular, ou uma ondulatória (esta é uma versão forte da dualidade onda-partícula, conhecida como complementaridade, mas que parece ter exceções). Se este conjunto de manifestações do objeto contiver os dois tipos de comportamento (onda e partícula), então somos forçados a dizer que só a física quântica é capaz de descrever o objeto. Caso isso não aconteça (ou seja, todas as manifestações são de apenas um tipo), dizemos que o objeto se comporta classicamente.

Considere a absorção de luz pela retina. A física quântica é necessária para descrever este processo? Bem, sabe-se que certos animais são sensíveis a apenas um fóton, e assim este processo é corpuscular. No entanto, acredita-se que nenhuma das propriedades ondulatórias da luz são relevantes para o processo de absorção em si. As propriedades ondulatórias afetam a distribuição espacial dos fótons, mas a absorção em cada célula da retina independe do que está acontecendo em outras células (ou estarei enganado?). Assim, a fisica clássica seria suficiente para explicar a absorção de luz pela retina.

Existiria algum processo em nosso cérebro, essencial para a nossa consciência, que só pode ser explicado pela física quântica?

 

5. 0 Papel da Consciência na Física Quântica

 

A ligação entre consciência e física quântica foi estabelecida na década de 1930, mas em um sentido diferente do que estamos examinando aqui. Para explicar como que uma frente de onda espalhada podia ser detectada em uma chapa foto-gráfica como uma trajetória quase linear, elaborou-se a noção de um colapso do pacote de onda que seria causado pela ato da observação (Heisenberg, 1927).Ora, qual é a essência de tal ato? Para alguns físicos importantes da época, era a presença de um ser consciente. A consciência humana seria causadora de uma transição quântica! Após a Guerra, o consenso passou a ser que uma observação se caracterizaria pela presença de um aparelho macroscópico de medição, eliminando assim o papel legislador da consciência (ver Pessoa, 1992). Ainda hoje, porém, alguns físicos e filósofos respeitáveis aderem à tese subjetivista.

 

6. O Papel da Física Quântica na Consciência          

 

A tese que pretendemos examinar com maior cuidado não é o papel da consciência na teoria quântica, mas o papel da teoria quântica nas teorias materialistas da consciência. Apresentarei aqui os principais argumentos em favor da tese de que a física quântica é essencial para a consciência.

a) O cérebro seria um "computador quântico". Este conceito foi bastante trabalhado pelo físico David Deutsch (ver Deutsch, 1992), que mostrou que tal computador seria mais eficiente do que um computador digital.Por seleção natural, essa vantagem computacional poderia ter favorecido um cérebro que fosse um computador quântico (Lockwood, 1989, pp. 251-2). O problema com este argumento é que o cérebro é muito quente para que tal computação quântica pudesse ocorrer.

b) O cérebro computaria funções não-recursivas. Computadores clássicos e quânticos só podem computar funções recursivas, mas o pensamento humano (por exemplo, a intuição matemática) extrapolaria esta limitação. Uma solução inovadora ao problema do colapso na mecânica quântica talvez solucionasse também esse problema da consciência (Penrose, 1989, pp. 403-4). O problema aqui é que não se mostrou rigorosa-mente que o pensamento humano é capaz de computar funções não-recursivas.

c) Um fenômeno quântico semelhante à "condensação de Bose" poderia ocorrer no cérebro ( Marshall, 1989).Este fenômeno é observado a baixas temperaturas, quando um grande número de partículas se comporta identicamente. Frõhlich (1968) propôs um modelo biológico deste fenômeno de "coerência" à temperatura ambiente, envolvendo moléculas dipolares. Alguns pesquisadores afirmam ter encontrado evidência de que tal fenômeno ocorreria no cérebro (ver Hameroff et aI., 1993, p. 340). Preciso estudar esta questão um pouco mais a fundo para poder avaliar sua plausibilidade.

d) O cérebro seria regido por leis análogas às da mecânica quântica. Existe uma abordagem em neurociência que supõe que a convencional dinâmica do neurônio e da sinapse não é fundamental, e que as funções cerebrais podem ser descritas por um "campo dendritico" que obedeceria a equações da teoria quântica de campos (Stuart et aI., 1979; Jibu & Yasue, 1991).  Esta abordagem matemática foi inspirada na proposta de Karl Pribram, nos anos 60, de um modelo "holonômico" para o cérebro (ver Pribram, 1991). Conforme notado por Werbos (1993, pp. 301-3), o fato de leis análogas às da mecânica quântica descreverem funções cerebrais não implica que tais funções constituam um fenômeno quântico. Além disso, em tais modelos não se introduzem medições que causam colapsos, o que sugere que a descrição destes autores é meramente ondulatória.

e) A liberação de neurotransmissores é um processo probabilístico, que seria descrito apenas pela física quântica. Tal liberação, chamada de "exocitose", ocorreria com uma probabilidade relativamente baixa (de cada 5 impulsos nervosos chegando à vesícula sináptica de células piramidais do neocórtex, apenas 1 liberaria o neurotransmissor).De acordo com John Ecc1es, a mente (que em sua visão dualista existe independentemente do cérebro) pode alterar levemente essas probabilidades de exocitose, o que constituiria um mecanismo para a ação da mente sobre o cérebro.Rejeitamos aqui, por motivos filosóficos, esse dualismo de Ecc1es. Agora, se ele estiver correto e a exocitose puder ser descrita pela teoria quântica (Beck & Ecc1es , 1992), faltaria mostrar que a mecânica quântica é necessária para descrever este fenômeno, conforme explicado na seção 4, e de que forma este fenômeno está ligado com a emergência da consciência.

f) No nível subneuronal ocorreria processamento de informação. Nos anos 70 descobriu-se que as células possuem uma delicada estrutura formada por "micro-túbulos" de proteína, formando um "citoesqueleto". Hameroff et aI. (1993, p. 330) citam alguma evidência experimental de que o citoesqueleto tem de fato uma função cognitiva, ligada à memória. Como tais microtúbulos são cilindros com diâmetro de apenas 25 nanômetros (10-9 m), é provável que eles só possam ser adequadamente descritos pela física quântica. Resta saber se de fato o citoesqueleto tem uma função cognitiva, além de sua função estrutural e de transporte. Em um recente relato irônico a respeito deste programa de pesquisa (Horgan, 1994, p. 77), anuncia-se que Penrose aderiu a ele.

 

7. A mecânica quântica explicaria fenômenos de percepção extra sensorial.

 

Alguns autores partem do princípio de que a consciência pode exercer influência direta sobre processos naturais, e procuram mostrar como um modelo quântico da consciência daria conta deste e de outros tipos de fenômenos (Jahn & Dunne, 1986). MarshaU (citado por Horgan , 1994, p. 78) defende que a performance mental de seres humanos é alterada quando um eletroencefalograma é feito, já que este aparelho de medição estaria provocando colapsos no cérebro. Não creio que tais propostas devam ser levadas a sério em nossa discussão.

 

8. Conclusão

 

Não existe evidência concreta, ainda, de que a física quântica seja necessária para explicar a consciência. O modelo de Frõhlich e a hipótese de que os microtúbulos tenham uma função cognitiva são bastante interessantes, e merecem ser investigados mais a fundo. Mas quanto às declarações de que tais hipóteses foram confirmadas, conhecemos bem a dinâmica da ciência para não nos deixarmos levar facilmente por tais promessas. Este é um campo em que os pré ­julgamentos filosóficos possuem bastante peso. E mesmo que tais hipóteses se confirmem, permaneceria a questão de se a consciência, a ser caracterizada de maneira precisa, faria uso de maneira essencial das características quânticas dos processos cerebrais. Como saldo positivo, espero ter definido de maneira adequada um critério para caracterizar um fenômeno quântico (seção 4), que preciso ainda estender de maneira precisa para a condensação de Bose.

 

Bibliografia:

 

Bec_ F. & Eccles, lC. (1992): ItQuantum Aspects of Brain Activity and the Role of Consciousness", Proceedings ofthe National Academy of Sciences U.S.A. 89, 11357-61.

Deutsch, D. (1992): ItQuantum Computation", Physics World 5(6),57-61.

Frõhlich, H. (1968): "Long-Range Coherence and Energy Storage in Biological Systems", Intemational

Journal ofQuantum Chemistry 2,641-649.

Hameroff, S. et ai. (1993): "Nanoneurology and the Cytoskeleton: Q_antum Signaling and

Protein Conformational Dynamics as Cognitive Substructurelt, in Pribram (1993), pp. 317-376.

Horgan, 1. (1994): "Can Science Explain Consciousness?", Scientific American, julho, 72-78

Jahn, RG. & Dunne, RI. (1986): ItOu the Quantum Mechanics of Consciousness, with Application to Anomalous Phenomena", Foundations ofPhysics 16, 721-772.

Jibu, M. & Yasue, K. (1993): ItThe Basics ofQuantum BraÍn Dynamicslt, in Pribram(l993), pp. 121-145.

Lockwood, M. (1989): Mim/, Brain, and the Quantum - The Compound "l", Blackwell, Oxford.

Marshall, I.N. (1989): "Consciousness and Bose-Einstein Condensates", New Ideas in Psychology 7, 73-83

Penrose, R (1989): The Emperor's New Mind - Conceming Computers, Minds, and the Laws of Physics, Oxford University Press.

Pribram, K.H. (1991): Brain and Perception - Holonomy and Structure in Figural Processing, L. Erlbaum, Hillsdale (NJ, EUA).

Pribram, K.H. (org.) (1993): Rethinking Neural Networks: Quantum Field5 and Biological Data, (proceedings of the First Appalachian Conference on Behavioral Neurodynamics), L. Erlbaum, Hillsdale (NJ, EUA).

Stuart, C.I.J.M.; Takahashi, Y. & Umezawa, H. (1979): "Mixed-System Brain Dynamics: Neural Memory as a Macroscopic Ordered State", Fmmdations  of  Physícs 9,301-327.

Werbos, P.I. (1993): "Quantum Theory & Neural Systems: Altemative Approaches and a New Design", inPribram (1993), pp. 299-314.

   

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Exercícios de limpeza energética

propostos pelos alunos da turma H

novembro/09

1° exercício:

Vamos sentando comodamente, fechando os olhos, respirando fundo. Vamos tirar todas as preocupações do dia a dia, as pessoas que estamos ligadas magneticamente, vamos deixar todo o mundo lá fora.

 

Concentraremos na nossa respiração, sentindo a Luz Divina no peito. Luz que se expande e cresce conosco. Vamos ficando maior, crescendo, crescendo.

 

Vamos para o nosso lugar preferido, cada um escolhe qual se identifica, pode ser uma praia, pode ser uma montanha, você cria o seu ambiente, é o seu templo de meditação.

 

Neste lugar, você sente a brisa tocar seu rosto, sua energia mistura-se ao ambiente, você interage com tudo a sua volta.

 

Você caminha, e encontra um lugar belíssimo, de água cristalina. Você entra em contato com esta água que purifica cada célula do seu ser, você sente que cada molécula sua está sendo limpa.

 

Se você preferir, pode mergulhar inteiramente nessa água, ou só os pés. Ao sair, você sai leve, com gratidão ao Universo e à vida que lhe dá a oportunidade de seguir em frente.

 

Você sente uma alegria imensa e sente que tudo está certo, tudo está bem, tudo está fluindo e as conquistas já são suas.

 

Agora, certos de que somos Luz, de que somos a essência em ação, vamos voltando, voltando, voltando; na certeza de que tudo o que fazemos é recebido pela Divindade e convertida no bem maior existente em cada um.

 

Podemos abrir os olhos.

 

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2º exercício:

(para ser realizado com uma música bem suave)

 

Sentado,confortavelmente,te proponho uma experiência, tire os sapatos; os orientais os tiram na meditação,um hábito que funciona como um condicionamento mental, a sua mente entende que você penetra no santuário de si mesmo.

 

Agora,eu gostaria que você fechasse seus olhos, como quem fecha a porta do quarto para estar mais a vontade, mais perto de si mesmo.Tente se descaracterizar, como quem tira a roupa para se sentir mais confortável, tente sentir que você tem um nome, mas não é este nome, tem uma profissão mas você não é a sua profissão, aí dentro sinta-se sem idade, experimente sentir, apenas, sem pensar. Tudo,mas tudo mesmo, faz parte do mundo lá fora,aí dentro você é só você, esta coisa grande e desconhecida.

 

Esse é o seu grande universo interior, único, somente seu, um lugar absolutamente seguro; pessoas, coisas, assuntos, preocupações, só entram aí, se você permitir, se você quiser, se der importância. Dar importância vem de importar, trazer de fora, absolutamente não é teu. Você tem o poder de deixar entrar ou não, só você detém o seu poder de deixar ou não entrar assuntos, pensamentos, obrigações, críticas, elogios... e mais o que você quiser,sinta esse poder em você!

 

Vá se envolvendo consigo mesmo, prestando atenção em se desligar de tudo que é externo observando primeiramente a sua respiração.

 

Não é preciso controlar sua respiração, deixe-a fluir normalmente, apenas observe sem julgamento.

 

Nesta posição você é o grande observador deste universo.

 

Você pode começar a ir mais fundo na sua observação notando que ao respirar o seu peito se movimenta,  também preste atenção sem pensar,observe os detalhes!

 

Isto que estamos fazendo é contemplar! Se pensamentos vierem à sua mente, fixe cada vez mais os detalhes da sua observação, ignore os pensamentos.Sua mente é um aparelho que produz pensamentos, ignorando-os ela se acalma.

 

Você não é a sua respiração, você não é o movimento do seu corpo, lembre-se você é o observador lúcido!

 

Observe os batimentos do seu coração, essa coisa rítmica, mágica, que funciona sem você, sem teu controle, sem teu esforço, tudo funcionando automaticamente ao longo dos dias que você já viveu; talvez você nunca tenha se dado conta disto, absorvido no mundo externo... não se julgue, só tome consciência!

 

Procure sentir o calor do teu corpo a te envolver como que por inteiro, carinhosamente.Teu corpo é a maquina da evolução, ele é o teu melhor amigo, sempre contigo a te apoiar funcionado perfeitamente, mesmo diante de muitas circunstâncias, ele tenta se adaptar, se regenera, se refaz. Você no seu envolvimento com o mundo externo pode interferir, atrapalhar, facilitar este funcionamento!

 

Se houver, em alguma parte do teu corpo dor, desconforto ou tensão, não julgue; apenas envie a palavra paz. Diga várias vezes a palavra paz, você pode usar a mão direita, tocando a região dolorida, enquanto pronuncia a palavra paz, Ievando a vibração da sua intenção até o local do desconforto! Pode associar, se quiser, o uso de uma cor de sua preferência, a que sentir vontade, prazer  sem pensar!

 

Observe o que acontece com o seu corpo, como estão os batimentos cardíacos, como está a tensão no seu corpo, note, não pense, é para observar como este universo íntimo se comporta quando você se propõe a ficar em intimidade com ele! A dar atenção a ele!

 

Nesta posição, tome consciência do teu poder de se envolver com o mundo exterior; esse envolvimento pode ou não ser prazeroso,gratificante!Você é o dono do seu mundo interior. O externo só te abala se você se deixar abalar! É uma ilusão achar que o mundo te leva. Perceba que, nessa posição, de poder, você decide!

 

Paz é domínio, poder de escolha! É silencio inteligente! Poder de decidir favoravelmente na manutenção do equilíbrio interior responsabilidade pessoal e intransferível, a opção de ficarmos de bem conosco em detrimento do mundo externo. Você em primeiro lugar!

 

Se por algum motivo ao longo do dia se sentir perturbado, volte para dentro do teu aconchego, recobra teu bem estar consigo, aceita que assim não dá, reanalisa suas escolhas, reorganiza teus pensamentos, você tem esse poder, e volta pra vida!

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3° exercício:

Sentada, de forma confortável, coluna alinhada, com os olhos fechados, inicie um exercício respiratório.

 

Realize cinco respirações profundas, de modo vigoroso, inspirando pelo nariz, e expirando pela boca. Perceba os movimentos respiratórios.

 

Agora, passe a respirar lenta e profundamente, perceba que seu corpo vai se acalmando.

 

Neste momento, faça uma contagem regressiva de 10 à zero, buscando relaxar todo o corpo, suavemente.

 

Busque não desviar a atenção. Se isso vier a ocorrer, acalme a mente, atenha-se ao movimento respiratório.

 

Este é um momento particularmente propício para liberar sentimentos, tensões e questões indefinidas.

 

Agora, ao expirar você imaginará bolas de sabão, sendo preenchidas de tudo aquilo que não faz parte do seu momento de prazer e atenção para consigo mesmo, tudo aquilo que o impede de perceber o mundo, seu potencial, a leveza do ser. Libere. Perceba como a bolinha de sabão sobe tranqüila, sumindo no céu azul.

 

Sossegadamente, passe para limpeza dos chakras, visualizando uma cor

para cada um:

                                                                                                                                       

Dirija sua atenção ao Chakra da Base, inunde-o de vermelho, ao expirar, preencha sua bolinha de sabão de todo o ar que inundou aquele espaço. Perceba como ele pulsa.

 

Chegou à vez do Chakra da Sexual, inunde-o de laranja, ao expirar, preencha sua bolinha de sabão de todo o ar que inundou aquele espaço. Perceba como ele pulsa.

 

Desta forma, vá sucessiva mente seguindo o exercício:

Chakra do Plexo Solar — cor amarela;

Chakra Cardíaco — cor verde;

Chakra Laríngeo — cor azul-claro;

Chakra Frontal — cor azul índigo;

Chakra Coroa — cor violeta

Visualize uma luz cintilante a inundar o seu corpo.

Silencie a mente por alguns momentos.

Vá retornando lentamente, mexendo os pés, as mãos, e finalmente abrindo os olhos.

 

(Pratique com regularidade, visando ampliar e facilitar o método)

 

*****

4° exercício:

 

1-  Sente-se ou deite-se uma posição confortável;

2-  Feche os olhos;

3-  Inspire o ar profundamente, e expire... (3 vezes)

4-  Preste atenção no seu corpo, no movimento que ele faz quando você inspira e expira...

5-  Solte a musculatura, as tensões, veja se sente algum desconforto, ajeite o seu corpo... e relaxe;

6-  A cada inspiração pegue todas as energias do seu corpo, traga para o coração, veja o que deve ficar e o que deve sair e expire soltando o ar pela boca... tirando tudo aquilo que não serve mais para voce.

7-  Inspire profundamente, pegue os seus pensamentos, selecione o que fica e o que sai; e expire... jogue fora as preocupações, os pensamentos negativos, os bloqueios e tudo o que impede você ser você mesma...

8-  Inspire profundamente, pegue as suas emoções, dê uma peneirada e jogue fora a raiva, os ressentimentos, as mágoas; veja que tem coisas e pessoas que não merecem mais a sua atenção então, deixa sair...

9-  E agora ao inspirar visualize a luz azul entrando junto com o ar, preenchendo e envolvendo todo o seu corpo... O azul é uma cor que acalma, relaxa e traz a paz interior.

10-            Ao inspirar, além de visualizar a cor azul, mentalize a palavra Paz (). Eu escolho a Paz, tudo em mim é Paz: meu corpo é Paz, meu coração é Paz, minha mente é Paz, meu espírito é Paz e eu fico na Paz em conexão com a minha alma e os meus mestres Divinos.

11-            (depois de um tempo) Vamos voltando devagar, inspirando profundamente, mexendo os pés as mãos, abrindo os olhos, esticando os braços e espreguiçando-se.

12-            Agora estamos relaxados e energeticamente limpos. Prontos para o nosso trabalho.

 

(*) você pode substituir a palavra paz por: harmonia, luz, etc..

*****

 

5° exercício:

Objetivo:

Fazer com que o participante transfira o foco de sua atenção do externo para o interno.

 

Descrição:

Através de exercícios mentais, o participante toma consciência do ambiente externo. Aos poucos é induzido de forma totalmente consciente a continuar o movimento de percepção passando do do foco externo para o interno (seu corpo físico). Após isto, o foco fica no campo dos pensamentos e então no espiritual.

 

Participante -> aquele que efetua a técnica

Colaborador -> aquele que ministra a técnica

 

Instruções:

Seguir as orientações abaixo.

 

ETAPA 1: PREPARAÇÃO DO AMBIENTE

 

É fundamental para o maior aproveitamento da técnica que o ambiente esteja livre de quaisquer objetos que possam  perturbar o processo, como portas ou janelas entreabertas (podem com o vento), cadeiras no meio de corredores (algum colaborador pode tropeçar) e principalmente CELULARES.

 

-“DESLIGUEM TODOS OS APARELHOS ELETRÔNICOS: BIPES, CELULARES E RELÓGIOS DIGITAIS”.

 

Após os avisos, o(s) colaborador(es) deve(m) inspecionar visualmente o local certificando-se que está 0K.

 

- “Agora, cada participante se instalará dentro de seu espaço da forma mais agradável possível”.

 

-“Feche os olhos, respire fundo... Novamente, respire bem fundo, demorando mais na inspiração (puxando o ar) que na expiração (soltando o ar). Faça isto por 5 vezes”.

 

ETAPA 2: ACEITAÇÃO

 

- “Estamos aqui para iniciarmos um contato conosco. Para isto, é necessário que cada um ACEITE estar presente aqui e agora e queira ter este contato íntimo com seu próprio SER. Cada um, a seu tempo e com suas próprias palavras, DIRÁ A SI PRÓPRIO QUE ACEITA SE ACOLHER POR ALGUNS MINUTOS, OUVIR O QUE SEU ÍNTIMO TEM A LHE PASSAR E SE PERMITIR TER UM MOMENTO DE CARINHO E TRANQUILIDADE”.

 

ETAPA 3: INÍCIO DA PERCEPÇÃO EXTERNA

 

-“Preste atenção a cada som externo. De olhos fechados, você coloca o foco de sua atenção nos sons que você ouve. Minha voz, o trânsito ao fundo, algum ruído que vem de fora da sala... Apenas ouça, permita-se. ...

 

-“Sua mente identificará cada som... Deixe-a trabalhar sem julgá-la... Não tente impedí-la... Ela é programada para isto... Portanto, alie-se a ela, aumente sua percepção do mundo externo...”.

 

-“Continue respirando tranquilamente, bem profundo...”

 

ETAPA 4: TRANSIÇÃO PARA A PERCEPÇÃO INTERNA

 

-“Continue a colocar o foco de sua atenção nos pequenos ruídos. Aumente sua percepção e perceba agora os ruídos internos, que vem de dentro de você...”.

 

-“Seu estômago, sua garganta, sua respiração...”

 

-“Agora sua percepção aumenta ainda mais e vai além dos sons. Sinta seu corpo... Seus pés... Suas pernas... Suas coxas... Seus órgãos genitais... Seu abdômen... Seu peito... Suas costas, sua lombar... Seus braços... Seus ombros e seu pescoço... Sua mandíbula... Seu rosto, sua face...”

 

-“Onde dói, onde está tensionado? Pergunte a seu corpo que ele lhe dirá...”

 

-“Relaxe ainda mais... Respire profundamente por 5 vezes... Conte devagar, no seu ritmo, 1.. 2.. 3.. 4.. 5”

 

ETAPA 5: PERCEPÇÃO DO PRÓPRIO SER

 

-“Agora olhe seu campo mental. Perceba-o... Seus pensamentos, suas idéias, a mente que não pára por só segundo...”

 

-“Olhe os pensamentos sem julgamento. Apenas observe-os, divirta-se com eles... Deixe-os passar... Ir e vir... Aparecer e ir embora...”

 

-“Imagine agora que você tem em suas mãos um arco e uma flecha... Coloque a flecha no arco e aponte para frente... Preste muita atenção, pois você atirará no primeiro pensamento que atravessar a sua frente..."

 

-“Isso mesmo, com muita calma, muita tranqüilidade, você continua posicionado e mirando as flechas nos pensamentos que passam, como se fosse um caçador de pensamentos...”

 

(Deixar o participante fazer o exercício por um minuto sem interropê-los)

 

-“Agora foque a atenção em seu peito... Imagine uma luz azul que começa a ficar forte e brilhante no meio de seu peito... Ela se expande e toma conta de todo o seu corpo até se tornar uma grande bolha de proteção ao seu redor”.

 

-“Você está envolto nesta luz azul, que te protege e te acolhe. Agora, do alto do céu, vindo do infinito, desce uma luz branca, muito brilhante que entra em seu campo de proteção, percorre todo o seu corpo e vai para o centro da Terra, te aterrando e trazendo a você toda a energia vital do astral e do físico, tudo que você precisa neste momento para se revitalizar e se renovar....

 

-“Respire tranquilamente enquanto estas luzes te aquecem e te trazem carinho, amor, PAZ... P A Z...”

ETAPA 6: FINAL, RETORNO DA PERCEPÇÃO AO EXTERNO

 

-“Bem tranquilamente, faça com que a luz branca e intensa que veio do céu  para a Terra seja recolhida no centro de seu peito, em seu coração... Fique apenas com o campo azul de proteção. Ele continuará ao seu redor, mesmo quando você sair daqui. Para entrar em contato com ele novamente, basta colocar o foco de sua atenção nele...”

 

-“E bem devagar, no seu ritmo, vá voltando a esta sala... Abra os olhos e continue conectado a você... O portal que você acionou pode ser ligado a todo momento... Sua chave é a consciência de si próprio...».

 

*****

6° exercício:

 

1-  Vamos imaginar que somos o Indiana Jones e que entramos em uma caverna e o nosso corpo ficou todo cheio de pó, teias de aranha e bichinhos.... Arghl

2-  Comece a limpeza passando as mãos pelo rosto, cabeça e por todo o corpo, com o movimento de tirar toda essa sujeira.

3-  Uma vez limpo, esfregue as mãos uma na outra e faça uma automassagem batendo a ponta dos dedos sobre todo o seu rosto, têmporas, couro cabeludo e principalmente na nuca.

4-  Depois do pescoço, comece a bater com as palmas das mãos na região do peito, despertando a glândula timo, morada da nossa alma. “- Acorda menina (o)1”

5-  Com a mão direita bata no ombro esquerdo, estique o braço ( esquerdo), bata por fora do braço e depois por dentro (3 vezes).

6-  Faça o mesmo do lado direito.

7-  Continue batendo: volte para o tronco, desça pela cintura, abdômen, quadril, costas e glúteos.

8-  Abra um pouco as pernas, bata na lateral externa até os pés e volte pela parte interna (3 vezes).

9-  Sacuda o corpo, braços e pernas. Limpe as mãos.

10-            Faça uma inspiração profunda abrindo e esticando os braços e expire descendo os braços. (*)

11-            Agora estamos energeticamente limpos e energizados. Prontos para o trabalho.

 

(*) você pode variar com outros exercícios de respiração.

 

*****

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